Sobre

RPM – Revoltas Por Minuto. Esse é o nome desse projeto que tem tudo a ver com o título.
Estamos vivendo um período histórico único no Brasil e no mundo, não apenas pelas turbulências políticas, sociais e econômicas, mas principalmente por ser o primeiro momento na história humana em que a sociedade, em quase sua totalidade, participa de tudo, direta e indiretamente através da internet.
Com a internet temos a ferramenta cabal para de fato mudar o mundo, mas o que temos feito disso senão usa-la da pior forma possível, tal qual fizemos com a energia atômica, eletricidade, etc? Mas não precisa ser assim. Já que somos tantos e há efetivamente espaço para todos, aqueles que não concordam com o que o mundo está se tornando  e conseguem enxergar as cordas que nos puxam e manipulam devem se levantar, devem opinar, se revoltar e lutar.
Sabemos que a maioria das pessoas está tão envolvida e imersa na ilusão de que “o mundo é assim mesmo” ou então ” isso faz parte a natureza humana”, e portanto, por mais que alertemos e falemos, já não são mais capazes de despertar e se revoltar. No entanto também sabemos que em toda história, foram poucos e minorias que operaram as maiores e mais profundas mudanças no mundo e não será diferente agora.
Não se enganem com o tom as vezes humorístico que verão principalmente em nossos canais do youtube, meu objetivo e de parceiros/aliados é muito sério e claro, o de em um primeiro momento fazer forte oposição aos meios de comunicação em massa e aliados menores no processo de alienação e emburrecimento da sociedade.
Sou ateu e anarquista e me julgo por esses e outros fatores, em uma posição privilegiada de ponto de vista, por estar RELATIVAMENTE livre de influências ideológicas e definitivamente livre de paradigmas religiosos. Dou ênfase ao “relativamente” porquê, como disse antes, sei que não estou livre das cordas que manipulam a sociedade, o que me inclui, mesmo enxergando essas cordas e trabalhando todo dia para quem sabe um dia, me ver livre dessas amarras. Minha arrogância não chega ao ponto de me enganar e julgar ser livre quando como todos, sou ainda apenas um escravo.
Junte-se a revolta, manifeste-se, não se acovarde nem se deixe intimidar pela maioria, pois como já dizia Oscar Wilde: “Toda unanimidade é burra” e “Quando muita gente começa a concordar comigo, sempre fico com a sensação de estar errado”. Questione sempre e a tudo e todos, incluindo a mim.
Fabiano “Abafh” Ruiz.

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