quarta-feira, 19 de abril de 2017

A manobra de Rodrigo Maia e a verdade que ninguém quer aceitar.

O sangue da galera sequer esfriou depois do rebuliço causado pela invasão de manifestantes, incluindo policiais, à câmara contra a reforma trabalhista e seu pedido de urgência e Rodrigo Maia, ao melhor estilo Eduardo Cunha, fez uma de suas mágicas manobras e aprovou a tal urgência.

Pimenta "nos olhos" dos outros é refresco

A dita invasão e o quebra-quebra é uma amostra do pensamento hipócrita e da lógica do "dois pesos, duas medidas" que se tornou característica daqueles que costumamos chamar de coxinhas, reaças, classe mérdia, etc. Isso porque, exatamente esses mesmos indivíduos esbravejavam e ainda esbravejam aos 4 ventos que qualquer ação direta ou mais enérgica em manifestação é coisa de bandido, de baderneiro, arruaceiro e vários outros substantivos depreciativos, no entanto, quando se trata dos seus próprios rabos e interesses, o discurso muda e qualquer quebradeira é mais do que justificável, a despeito de a maioria deles mesmo terem contribuído para o caos infernal no qual o país se encontra.

sábado, 15 de abril de 2017

O subestimado poder da música e a decadência contemporânea


Não é segredo para ninguém que a música em nosso país é subestimada e tratada como um mero meio de entretenimento, ou melhor, um acessório ao entretenimento. Essa milenar arte é pouco ou simplesmente não valorizada, marginalizada e a única exceção é quando a mesma é instrumento de manipulação e venda para as massas.
Quantos de nós já pensou em interligar a decadência da atual sociedade mundial e nacional ao que acontece com o mercado fonográfico? Pois então, façamos isso juntos nesse rápido texto e percebamos que não se trata de uma banalidade ou casualidade, existe sim uma ligação direta entre esses fatores, aparentemente desconexos.

sexta-feira, 14 de abril de 2017

Estamos mesmo à beira de uma nova Guerra Mundial?


Um ataque com armas químicas na Síria. Uma resposta americana à essa situação; um bombardeio que violou inúmeras convenções e acordos. Agitação global. Previsão de novo teste nuclear da Coréia do Norte. Mais uma resposta americana com o envio de frotas para a região próxima, em clara ameaça. Mais resposta de todos os lados, e mais tropas, agora russas, se dirigindo ao Golfo do México. O mundo todo prende o fôlego frente ao que parece ser uma certa e irreversível marcha para a provável derradeira guerra da nossa civilização.... MAS.... será mesmo?

Trump - Uma verdadeira TRAP.

Desde o início da disputa presidencial nos USA, a simples presença de Donald Trump no páreo, tirou o sono de muita gente, dentro e fora do pais. Sua personalidade, histórico e discurso para lá de polêmicos expuseram, com sua vitória, a face misógina, machista e racista predominantes no povo americano que até então parecia absurda à grande maioria acostumada a imagem preparada e maquiada que se  fazia e ainda se faz daquela nação.

terça-feira, 4 de abril de 2017

Por que o Brasil NÃO tem jeito?


Não se enganem. Essa postagem não se trata de mais uma daquelas declarações vagas e fatalistas ditas no calor de um momento em particular. Se trata de uma infeliz constatação, fruto de longas reflexões no decorrer dos anos e uma fria análise sobre nossa natureza adestrada.
Muitas pessoas são levadas a esse tipo de conclusão quando, sob seu ponto de vista, o país se encontra em tal estado de crise que o mesmo parece ser irreversível e definitivo. A tendência desse pensamento é se diluir ou mesmo desaparecer conforme a situação melhore ou simplesmente se converta em um padrão tido como "normal". No presente texto, eu não falo sobre uma situação passageira ou conseguinte de um governo desastroso sob o qual nos encontramos, falo de nossa história, de nossa cultura moldada através dos séculos de história.

Quer dizer que o brasileiro é menos capaz ou "pior" do que o povo de outros países?

De forma alguma. Creio definitivamente que todos os seres humanos, em qualquer lugar do mundo, sejam iguais, tenha as mesmas capacidades e limitações, a mesma predisposição ao individualismo e ao coletivismo.

domingo, 2 de abril de 2017

Anos 80 - Uma declaração de amor!


Tá ok. Eu entendo. Mas esse blog não era focado em política e polêmicas?
Bom, na verdade não. Desde a concepção desse blog, a ideia sempre foi a criação de um canal onde eu pudesse me expressar livremente e dar vazão a minha personalidade bem pouco simpática e bastante combativa. Afinal, continuo sendo um "revoltado" de carteirinha e isso sim, não muda.
O fato de toda a trajetória inicial do blog ter sido política era um reflexo do momento em que eu me encontrava, felizmente é um momento passado por infelizmente (contraditório não?), ter me convencido que política é uma questão vencida e insuperável por pelo menos algumas décadas. Eu particularmente tenho mais o que fazer.
Isso também não significa que eu nunca mais vá escrever sobre o assunto, provavelmente eu vá, mas esse não é mais o foco.

A DÉCADA DE OURO OU DE LIXO?

Se existe uma legião crescente de pessoas saudosas e nostálgicas pela década de 80, existe também um número significativo de pessoas que simplesmente detesta as coisas, símbolos e história dessa tão afamada época.

sábado, 21 de janeiro de 2017

SOMOS VÍTIMAS, MAS TAMBÉM ALGOZES.

Acredito que esse questionamento deveria ser feito por cada um de nós de tempos em tempos. Ninguém dá muita atenção a esse tipo de abordagem e ela, quando surge, já vem repleta de preconceitos e verdades prontas. Não nos questionamos se somos vítimas das circunstâncias ou inteiramente responsáveis por elas, apenas aderimos a uma posição ou outra, alternadamente, conforme nos parece conveniente.

Perguntas complexas, respostas simplistas.

Como já abordei diversas vezes aqui no blog, temos uma imensa preguiça de pensar, estamos habituados a nunca questionarmos e quando o fazemos, cuidamos para que seja mantida uma singular superficialidade, tanto nas perguntas quanto nas respostas.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

A INTERNET É NOSSA NOVA TELEVISÃO.


Era uma vez um mundo dominado pelos jornais impressos e pelas rádios, monopólios de informação que induziam os povos ao erro com suas mentiras e sua certeza de serem os únicos canais comuns de informação, se tornando sinônimos da verdade, por mais mentirosa que fosse. 
Nessa época de "nano informação", pessoas comuns viviam para sobreviver e o privilégio de pensar era restrito a poucos, logo, o de se informar sobre algo além do entorno de seus próprios umbigos também.

Eis que então surge a televisão e sua posterior popularização, levando assim a informação a todos, a universalizando e incluindo no pacote do alcance de suas mentiras, os analfabetos e famintos. Sedentos, mas não por informação e sim por entretenimento, algo que até então também era algo restritivo e exclusividade de poucos.
Mas a televisão carregava em si um problema herdado de seus ancestrais impressos, eram uma via de única mão, de onde toda informação vinha, mas onde nada chegava. Se os antecessores impressos e radiofônicos eram especializados em dominar e controlar pequenas elites pensantes, a televisão vinha para mostrar que o mesmo era possível de forma indiscriminada com a classe baixa, as grandes massas, que se mostravam ainda mais facilmente enganadas e manipuladas, pois nunca tiveram por hábito a contestação, o questionamento.
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